Tomado por uma onda frenética, som no último (mesmo que ele esteja desligado, loko isso neh, na cabeça ele tah lah), um impulso quase inconciente de seguir fazendo. O estranho é que muitas vezes eu estranho o que escrevo, o que faço, tomo uma distância e o que vejo depois parece que não veio de mim. É a abdução de Pierce, agora eu tenho um nome para essa loucura! O devir toma conta e as coisas acontecer a minha frente, se materializam em superfícies fora de mim, mas estava tudo lah, desfiz minhas dobras internas e de maneira violenta as coisas se manifestam fisicamente, sinto tudo desdobrando e recriando, se auto organizando bem em frente de meus olhos. Sou tomado por uma força maior do que a concieniência que me faz FAZER!
Devir, puro devir. And it fells good!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
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